Entre: Lena Oxton (codinome: “Tracer”). [risos] Sou eu! Era a oportunidade para a qual eu tinha treinado a vida toda. Mas no meu primeiro voo, a matrix de teleporte teve mal funcionamento, e eu desapareci.
– Tracer, Overwatch
Gênero
Feminino
Primeira Aparição
Overwatch
Local de Nascimento
Inglaterra
Raça
Humano
Inclinação
Piloto Aventureira
Relacionamento
Emily (namorada)
Gênero
Feminino
Primeira Aparição
Overwatch
Local de Nascimento
Inglaterra
Raça
Humano
Inclinação
Piloto Aventureira
Relacionamento
Emily (namorada)

Lena Oxton nasceu em Londres que se juntou ainda jovem a Força Aérea Real birtânica e foi a pessoa mais jovem a participar do programa de voo experimental da Overwatch. Conhecida pela habilidade de voo destemida, ela foi escolhida a dedo para testar o protótipo de um caça teleportador, o Slipstream. Mas, durante seu primeiro voo, a matriz de teleporte do avião sofreu um defeito e ele desapareceu. Lena foi dada como morta.

Meses depois ela reapareceu, mas o incidente havia causado uma grande mudança: suas moléculas foram dessincronizadas pelo fluxo do tempo. Sofrendo uma “desassociação cronológica”, ela era um fantasma em vida, desaparecendo por horas e até mesmo dias. Mesmo nos breves momentos em que estava presente, era incapaz de manter uma forma física.

Médicos e cientistas da Overwatch ficaram perplexos e o caso da Tracer parecia não ter esperanças, até Winston projetar o acelerador cronológico, um dispositivo capaz de manter Tracer ancorada no presente. Além disso, ele deu a Tracer a habilidade de controlar seu próprio tempo, permitindo a ela acelerá-lo ou desacelerá-lo. Com suas novas habilidades, ela se tornou uma das agentes mais eficazes da Overwatch.

A primeira missão de Tracer se deu em Londres, onde ela e a equipe contiveram as forças do Setor Nulo envolvidas na insurreição de King’s Row. Era o início de uma carreira estelar. Mais tarde, ela participou da operação que culminou na prisão de Maximilien, um importante contato da Talon, em Havana. Seguindo uma pista dada por Maximilien, a equipe de Tracer conseguiu mandar Doomfist, líder da Talon, para trás das grades.

E essa é Tracer, uma jovem garota lésbica que não é somente uma personagem abertamente LGBTQ+ desde sua concepção, como é praticamente a ‘garota da capa’ de Overwatch.

Considerada por muitos como a personagem mais icônica do jogo, e uma das mais icônicas da história dos videogames. A revista PC Gamer chegou a afirmar que “Tracer é a favorita da comunidade de Overwatch desde o lançamento do jogo, e sua popularidade não diminuiu nem um pouco à medida que a lista de personagens do jogo se expande.”

E isso é importantíssimo para uma boa representação LGBTQ+ em jogos, tanto para a abrangência da franquia, quanto para os jogadores se sentirem mais a vontade.

Fonte: Overwatch Blizzard